Domingo, Maio 27, 2012

Adega de Favaios traz três medalhas do Decanter World Wine Awards

Adega de Favaios recebeu no Decanter World Wine Awards uma medalha de ouro para o Moscatel Favaios 1980. O Favaios Reserva recebeu uma medalha de prata e o Favaios 10 anos arrecadou uma de bronze.

Alandra muda de imagem

Os vinhos Alandra branco e tinto 2011 inauguram uma nova garrafa e foram já premiados com o selo do «Sabor do Ano 2012» na categoria vinho de mesa, informou a empresa.

Adega de Borba vence 11 medalhas em três concursos

Os vinhos da Adega de Borba foram galardoados com 11 medalhas em três dos mais prestigiantes concursos do Reino Unido: Decanter World Wine Awards 2012, International Wine and Spirits Competition 2012 e International Wine Challenge 2012 – informou a empresa em comunicado. Para além das onze medalhas, de prata e bronze, a Adega de Borba recebeu ainda quatro menções honrosas nos mesmos certames.
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Adega de Borba Grande Reserva 2009 ganou três medalhas, uma de prata e duas de bronze, enquanto a gama Montes Claros venceu duas medalhas para o Colheita 2010 e outras duas para o Garrafeira 2007.
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O Decanter World Wine Awards 2012 distinguiu o Adega de Borba Grande Reserva 2009 com a medalha de prata, e o Montes Claros Garrafeira 2008 e o Montes Claros Colheita 2010 com medalhas de bronze.
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No International Wine and Spirits Competition 2012, a Adega de Borba viu seis dos seus vinhos serem galardoados, enquanto o Montes Claros Garrafeira 2007 e o Adega de Borba Grande Reserva 2009 venceram medalhas de bronze no International Wine Challenge 2012.

Carmim ganha ouro no Concurso de Bruxelas

O vinho tinto Monsaraz Premium 2008 foi galardoado com a Grande Medalha de Ouro no Concours Mondial de Bruxelles 2012. A Carmim produziu 15.000 garrafas deste vinho, produzido com base na casta alicante bouschet. O Garrafeira dos Sócios 2004 venceu uma Medalha de Ouro nesta competição.

Porto Restaurant Week até 5 de Junho

Está a decorrer o Porto Restaurant Week, que se estende até 5 de Junho. O preço é de 20 euros e incluí entrada, prato principal e sobremesa (sem bebidas incluídas), em cerca de 30 restaurantes da cidade.
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À semelhança das anteriores edições, O Porto Restaurant Week tem ainda um cariz solidário, interligando a gastronomia de topo com a doação de parte da receita a instituições de solidariedade social e causas associadas. «Por cada 20 euros de refeição, um euro reverte em exclusivo para a Associação Mulheres de Vermelho, promovendo a prevenção das doenças cardiovasculares nas mulheres, e para a Associação Católica Internacional ao Serviço da Juventude Feminina (ACISJF), que tem como objectivo promover a integração de pessoas em situação de risco e exclusão social, mães solteiras e/ou famílias monoparentais, privadas do seu meio familiar, vítimas de maus tratos físicos e psicológicos, com dificuldades de ordem socioeconómica e de inserção profissional».
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À sexta edição da Porto Restaurant Wee, associaram-se alguns dos mais reputados locais gastronómicos da cidade, entre eles: A Casinha, Artemísia; Brasserie Irene Jardim, Bull & Bear, Casa Branca, Largo do Paço – Casa da Calçada, Cheddar – Tea & Fondue, Clube da Gula, Costume Bistrô, Foz Velha, Great, Panorâmico Portucale, Praia da Luz, Mesa e Barão de Fladgate.

CVR Setúbal atribui prémios

A Comissão Vitivinícola Regional da Península de Setúbal (CVRPS) vai distinguir, no próximo dia 29 de Maio, em Palmela, os melhores vinhos certificados da região. Estão em jogo 11 vinhos com medalha de ouro e 18 com medalha de prata, nas categorias Regional da Península de Setúbal e DO Palmela, e quatro medalhas de ouro na categoria DO Setúbal.

Tejo cresce no primeiro trimestre

A região vitivinícola do Tejo foi a que registou melhor desempenho ao nível das vendas de vinho certificado em território nacional no primeiro trimestre de 2012 – garante a Comissão Vitivinícola Regional do Tejo (CVR Tejo). No período verificou-se um crescimento de 27% em volume e 21% em valor, face ao período homólogo do ano anterior. De acordo com o comunicado, a quota de mercado da região estabeleceu-se nos 5,3%.

Taylor's lança edição limitada

A Taylor’s lançou uma edição limitada a 100 exemplares numerados dos Porto vintage clássicos de 2000, 2003, 2007 e 2009, informou a empresa.

Enopor ganha nove medalhas no Concurso de Bruxelas

O  Grupo Enoport United Wines arrecadou nove medalhas, no 19º Concurso Mundial de Bruxelas, que se realizou em Guimarães de 4 a 6 de Maio. Em concreto obteve uma Grande Medalha de  Ouro, três de ouro e cinco de prata.
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A Grande Medalha de Ouro foi atribuída ao vinho Quinta de São João Batista Reserva Tinto 2010. Os vinhos premidos com ouro são o Magna Carta Reserva 2010, Serradayres Reserva Tinto 2010 e Moura Basto Tinto 2010.

Azeite das Vargellas ganha prémio em Itália

O Azeite Virgem Extra Quinta de Vargellas foi premiado com Diploma di Gran Menzione, na categoria «Azeites com a melhor composição químico-nutricional», no sexto Concurso Internacional do Azeite (Troféu Armonia) – informou a empresa. Este concurso organizado pela International Extra Virgin Olive Oil Agency e pela ALMA(Scuola Internazionale di Cucina Italiana) teve lugar a 9 de Maio em Parma. Esta quinta do Douro possui 3.000 oliveiras, maioritariamente das cultivares madural, cordovil e verdeal.

The Yeatman confirma mais três chefes

O The Yeatman tem confirmadas as presenças de três chefes com estrela Michelin para a Rota das Estrelas, que irá decorrer na unidade hoteleira a 14 e 15 de Junho. Os chefes agora confirmados são Aimé Barroyer (Tavares), José Cordeiro (Feitoria) e Jerónimo Ferreira (Sheraton Porto Hotel & Spa).

Quinta-feira, Maio 17, 2012

Casa Ferreirinha Barca Velha 2004





















A sempre mesma questão: o melhor vinho. É? Não será «o», mas um dos. Sem demérito. O que o Barca Velha tem, que nenhum outro vinho português acompanha, nem mesmo o Pêra Manca, é o carisma, a história, o prestígio, a aura, a nobreza únicos. É um grande vinho.
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Para mim, um vinho não é apenas o líquido, mas o passado, a tradição, a ambição, a história, o rótulo, as pessoas. O Barca Velha tem isso tudo. Pode ser usado como arma de marketing, é-o certamente, mas que mal tem isso se quando surge esmaga com encantos quem o bebe?
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Desde que surgiu, em 1952, só 17 anos tiveram direito a dar à luz um Barca Velha. Hoje aparece como antigamente, com anos de estágio. O 2004 viveu 16 meses em barrica e o resto enjaulado em vidro.
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Já ninguém faz vinhos assim em Portugal, com esta demora para ver a luz. Não é um vinho de modas, é um estilo. Não é para beber de smoking vestido, mas de fraque ou de casaca… ou de modo simples, na privacidade da família e da amizade.
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Há quem o beba jovem, que ninguém espere por ele. Há quem o beba antigo, que ninguém ouse tomá-lo agora. Bebe-se já e sabe-se que será longa a vivência sã. A Sogrape aponta para um apogeu dentro de 15 anos. Neste momento, fora da garrafa, é um tigre, não pela força, mas pela elegância e nobreza felinas.
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Tantas palavras se disseram e escreveram sobre o «primeiro» vinho do Douro. Acrescentar não vale a pena. Penso ter sido unânime a avaliação de que 2004 é memorável, mesmo tendo em atenção o padrão exclusivo dos Barca Velha. Disseram os mais entendidos (que eu na modéstia experiência me associo) que este é um clássico, no perfil que mais lhe moldou a aura.
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É harmonioso, finamente guloso, elegante… são tantos os adjectivos que paro já. Se bem que sejam merecidos, basta de elogios. Apenas um aplauso para a equipa de enologia, chefiada por Luís Sottomayor, o terceiro artesão da marca, depois do lendário Fernando Nicolau de Almeida e de José Maria Soares Franco.
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O Barca Velha 2004 estagiou em barricas de 225 litros, das quais 75% de madeira nova. As uvas que o compõem vieram maioritariamente da Quinta da Leda (90%), a que se juntaram frutos doutras proveniências do Douro Superior. As castas do lote são touriga nacional (40%), touriga franca (30%), tinta roriz (20%) e tinto cão (10%).
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No nariz tem complexidade, com fruta vermelha, ervas secas, amêndoa torrada, especiarias, com um filamento de cravinho e de menta, notas florais, de alfazema, violeta e até de laranjeira. Na boca impressiona pelos taninos, pela acidez notável, pelo final enorme.
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Venho do Douro Superior com boas cores, vermelhinho. Não por excesso de bebida, mas pelo Sol fingido de manso devorado num piquenique na Quinta da Leda. Arde-me a pele e quando entrei em casa meti-me debaixo de água, para tirar os quilos de pó que trouxe do campo. No banho percebi a tonalidade e o ardor: estou com bronzeado à pedreiro. Isso, sim, era escusado, mas tem de ser, por amor à arte e à modalidade desportiva.
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Não termino sem antes partilhar o prazer que me deu conhecer o senhor Fernando Guedes. Os 82 anos estão sábios e vivos, homem de espírito, simpatia e educação. Gostei do senhor.
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Origem: Douro
Produtor: Casa Ferreirinha / Sogrape
Nota: 9,5/10
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Nota: Dedico este texto aos amigos PR e VR, por causa da colheita de 1982. À saúde de MR.

Quarta-feira, Maio 16, 2012

Quinta das Carvalhas de portas abertas no Dia da Biodiversidade

Para assinalar o Dia Internacional da Diversidade Biológica, que se celebra a 22 de Maio, a Real Companhia Velha promove uma acção de portas abertas, intitulada Dia Aberto à Biodiversidade, na Quinta das Carvalhas, em pleno coração do Alto Douro Vinhateiro, informou a empresa em comunicado. A acção conta com dois horários: 10h30 e às 15h00 e a visita é gratuita mas pressupõe marcação obrigatória feita até dia 20 através do e-mail turismorealcompanhiavelha@gmail.com ou do telefone 254 738 050. As visitas só se realizam, nos referidos moldes, com a participação de 10 a 20 pessoas.

Companhia das Quintas ganha ouro e prata no concurso de Bruxelas

Vinhos da Companhia das Quintas das regiões demarcadas do Douro, Lisboa e Alentejo receberam uma Medalha de Ouro no Concurso Mundial de Bruxelas, além de uma Medalha de Prata para o Alentejo, divulgou a empresa em comunicado.
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A edição de 2012 do Concurso Mundial de Bruxelas distinguiu o Quinta da Fronteira Grande Escolha 2009 (Douro), o Herdade da Farizoa Grande Escolha 2009 (Alentejo) e o Morgado de Santa Catherina 2010 (Bucelas) com Medalhas de Ouro. O tinto Herdade da Farizoa Reserva 2009 (Alentejo) mereceu ainda a Medalha de Prata.

Marquês de Borba ganha medalhas no concurso de Bruxelas

O vinho Marquês de Borba Reserva 2009 foi distinguido no Concurso Mundial de Bruxelas 2012 com uma Medalha de Prata e o Marquês de Borba 2011 com Medalha de Ouro.

Vinhos do Tejo obtém quatro Grandes Medalhas de Ouro no concurso de Bruxelas

Os vinhos do Tejo conquistaram quatro das dez Grandes Medalhas de Ouro entregues a vinhos portugueses, além nove Medalhas de Ouro e 16 Medalhas de Prata, informou ontem a Comissão Vitivinícola Regional do Tejo (CVR Tejo).
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Os vinhos do Tejo premiados com Grande Medalha de Ouro, todos eles tintos e fruto da colheita de 2010, foram os seguintes: Cardal Tinto 2010 (Quinta da Alorna), Portal da Águia Tinto 2010 (Quinta da Alorna), Quinta da Lagoalva Castelão & Touriga Tinto 2010 (Quinta da Lagoalva de Cima) e Quinta de São João Batista Tinto 2010 (Enoport).

Periquita renova imagem





















O Periquita acaba de lançar no mercado as suas novas imagens, fruto de um processo de rebranding, informou em comunicado a José Maria da Fonseca. A operação foi levada a cabo pelas agências nacionais, Once Upon a Brand e GBNT e a campanha de comunicação vai arrancar no final do mês.
«Neste rebranding, a imagem da marca foi alterada, tendo-se procurado alguns elementos visuais presentes nos rótulos de Periquita mais antigos e reforçado o arco tão característico do logótipo da marca».
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O comunicado refere ainda que «a marca actualiza-se no estilo e linguagem, sendo possível aos consumidores uma viagem às caves da José Maria da Fonseca através da leitura do código QR contido nos contra-rótulos de todas as garrafas da família Periquita».

Montes Claros Garrafeira ganha ouro no concurso de Bruxelas

A Adega de Borba conquistou uma medalha de ouro com o seu vinho tinto Montes Claros Garrafeira 2008, no 19º Concours Mondial de Bruxelles, informou a empresa em comunicado.
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O júri, que teve em prova 8.379 amostras de todo o mundo, decidiu distinguir com o ouro este vinho assinado pelo enólogo Óscar Gato. Este vinho «foi elaborado a partir de uma selecção prévia de vinhas velhas instaladas em solos de xisto, com controlo rigoroso de uva por hectare e acompanhamento de evolução da maturação em cada casta e talhão específico», lê-se no comunicado.

Mateus Rosé premiado

O Mateus Rosé acaba de ser distinguido pelo Instituto de Negociação e Vendas com um Master de Negociação Institucional 2012, informou a Sogrape em comunicado. «Os Masters da Negociação distinguem anualmente marcas, instituições, personalidades e profissionais que se destacam por uma contribuição relevante para as dinâmicas negociais, regendo-se por elevados padrões de profissionalismo e integridade, e assumindo-se desta forma como um exemplo para toda a sociedade», lê-se no texto da empresa.

Apresentado o Quinta de Cidrô Gewürztraminer 2010

A Real Companhia Velha estreia a segunda série do Quinta de Cidrô Gewürztraminer, um vinho «que foge a estilos e convenções», de acordo com o comunicado da empresa.
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Com um preço ao público indicativo de dez euros por garrafa, o Quinta de Cidrô Gewürztraminer foi um vinho que nasceu, na vindima de 2010. O enólogo Jorge Moreira diz que se procurou fazer «um vinho onde as características da casta, em termos aromáticos e de sabores, fossem bem evidentes, mas mantendo ao mesmo tempo o carácter dos vinhos brancos do Douro: a estrutura, mineralidade e acidez. É portanto um vinho em que os aromas a líchia e rosa (tão típicas desta variedade) são muito evidentes, mas ao contrário do habitual, seco, austero e com uma bela acidez».

CVR Tejo atribui prémios

A Comissão Vitivinícola Regional do Tejo (CVR Tejo) distinguiu os produtores, o enólogo, os vinhos e os restaurantes da região que mais se destacaram em 2011, no âmbito da III Gala Vinhos do Tejo, que decorreu no passado sábado no Convento de S. Francisco, em Santarém.
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No evento foram conhecidos os vencedores dos Prémios CVR Tejo, distinções que destacaram a empresa Dinamismo Vinhos do Tejo, a empresa «Excelência Vinhos do Tejo» e o «Enólogo do Ano Vinhos do Tejo».
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A aposta, a partir de 2011, na certificação dos seus vinhos valeu à Adega Cooperativa de Almeirim a conquista do prémio «Dinamismo Vinhos do Tejo». Este produtor é hoje um dos maiores produtores nacionais, passou de pouco mais de 100 mil garrafas, em 2010, para quase 800 mil garrafas certificadas no último ano.
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O Centro Agrícola do Tramagal (Casal da Coelheira) venceu o prémio «Excelência Vinhos do Tejo». O prémio «Enólogo do Ano Vinhos do Tejo» coube a Martta Reis Simões.
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Na gala foram ainda anunciados os resultados do III Concurso de Vinhos Engarrafados do Tejo, prova disputada nos dias 26 e 27 de Abril, no Centro de Promoção Vitivinícola do Museu Rural e do Vinho do Concelho do Cartaxo.
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O tinto Encosta do Sobral Reserva 2010, produzido pela Encosta do Sobral, e o branco Varandas 2011, da Adega Cooperativa de Almeirim, conquistaram diplomas de excelência.
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No evento foram também revelados os restaurantes premiados no âmbito do III Concurso de Iguarias e Vinhos do Tejo, competição em que, de 3 a 18 de março, 36 restaurantes dos distritos de Santarém, Lisboa e Leiria aceitaram o desafio de casar os vinhos da região com a cozinha tradicional portuguesa.

Terça-feira, Maio 15, 2012

Casa da Ínsua Tinto Reserva 2007

Irrita-me que admitam castas estrangeiras nas denominações de origem. Irrita-me! Porque se uma coisa se fez e reputou duma forma não deve deixar-se contaminar com o que vem doutros lugares.
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Mas um bom vinho é um bom vinho. Se dá prazer, dá prazer. Engulo as convicções engolindo o vinho. Este é um belíssimo tinto, feito com touriga nacional tinta roriz e… cabernet sauvignon… oh, irritação!
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Refira-se que por ali não há pimentos, pimentões nem pimentinhos. Há sim notas vegetais, que aliás se mostram bem nos vinhos do Dão, não era preciso vir uma casta camóne. É complexo no nariz, com as notas herbáceas, mais florais, mais do que violetas, frutos do bosque e algum fumo. Na boca é muito elegante, mas com um corpo de se lhe tirar o chapéu, o final caiu-me mesmo muito bem.
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Origem: Dão
Produtor: Casa da Ínsua
Nota: 7,5/10

Herdade das Serva ganha duas Grandes Medalhas no concurso de Bruxelas

A Herdade das Servas arrecadou duas Grandes Medalhas de Ouro, com os vinhos Herdade das Servas Touriga Nacional Tinto 2008 e Monte das Servas Colheita Seleccionada tinto 2009, no 19.º Concurso Mundial de Bruxelas, que se realizou em Guimarães de 4 a 6 de Maio – informou o produtor em comunicado.
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De acordo com o texto, este produtor alentejano foi o único português a alcançar o pódio das Grandes Medalhas de Ouro com dois vinhos tintos. Estiveram em prova 8.397 vinhos e espirituosos de produtores de 52 países, que foram analisados por um painel de provadores internacional com membros de 48 países.

Quinta do Pôpa VV 2008 com bacalhau com presunto

A Quinta do Pôpa viu o seu DOC Douro Pôpa VV Tinto 2008 ser eleito como o vinho ideal para degustar com um tradicional bacalhau com presunto, no âmbito da 26.ª prova do projecto Harmonias Comprovadas, que pretende reunir em livro cerca de 50 provas de harmonização entre vinhos nacionais e pratos tipicamente portugueses.
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A iniciativa decorreu a 2 de Maio e teve lugar no restaurante A Casa do Bacalhau, em Lisboa. No total foram 15 os vinhos à prova (cinco brancos, um rosé, um palhete e oito tintos provenientes de seis regiões: Douro, Dão, Bairrada, Tejo, Lisboa e Setúbal) de um eclético júri composto por 73 pessoas, entre as quais contavam jornalistas, profissionais do sector dos vinhos e restauração e curiosos.

Segunda-feira, Maio 14, 2012

Alento Branco 2009

Cá está!... ontem veio aqui parar um antão vaz com arinto e hoje vem outro. O d’ontem agradou menos, este agradou mais. Digo: mestre Santos, da Garrafeira Campo de Ourique, não brinca em serviço! Quando diz:
– João leva este…
Levo e dou-me bem. O homem sabe mesmo da coisa e parece que adivinha os meus gostos e preferências.
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Ora este antão vaz e arinto está fresco, com aromas de lima e alguma erva. Na boca continua fresco e mostra-se prolongado.
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Origem: Regional Alentejano
Produtor: Monte Branco
Nota: 6/10

Domingo, Maio 13, 2012

Mouras de Arraiolos Reserva Branco 2010

Disse no outro dia, que ando amuado com os vinhos alentejanos. Pois! Este é um daqueles que não vou muito à bola. No entanto, não é um mau vinho. Ê cá é que num gosto munto. Por isso, há que dar um desconto à nota, ou melhor, acrescentar IVA ou outro imposto, a gosto, para fazer justiça a quem aprecia o género.
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A primeira impressão não foi mesmo nada positiva, mas um minuto ou dois a situação corrigiu-se. Entrou a matar com um bafo de sulfuroso. Mas o aborrecimento evoluiu para os aromas supostos.
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Lá está!... a casta antão vaz a fazer das suas. Ou seja, quem gostar dela pode ficar feliz. Depois fez-se com arinto, mas daquele arinto com que antipatizo, com notas de fruta dos trópicos. Na boca achei-o um pouco mais interessante, chegando a ser escorregadio, com um final médio.
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Origem: Regional Alentejano
Produtor: Adega Mouras de Arraiolos
Nota: 4,5/10

Sábado, Maio 12, 2012

Loios Branco 2011

Este é um vinho descomplicado, bom para uma conversa à tardinha enquanto sardinhas e febras se grelham no carvão. A piscina, entre mergulhos, é outra hipótese. Tem a virtude de só ter 12,5% de álcool, ideal para tempos quentes e sem preocupações. Entretém, passa sem fazer estardalhaço. Está longe de ter interesse, embora bem feito. Está como se quis. No nariz, algo austero, sempre se revelam notas cítricas e de ameixa branca. Na boca é curto.
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Origem: Regional Alentejano
Produtor: J. Portugal Ramos
Nota: 4/10
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Nota: Este vinho foi enviado para prova pelo produtor.

Sexta-feira, Maio 11, 2012

Grandes Quintas Tinto Colheita 2009

Como se percebeu pelo texto de ontem, o colheita seria comentado em breve. Hoje é o dia. A Casa de Arrochella tem mostrado uma grande consistência, regularidade na qualidade. E se os vinhos me têm agradado, este caiu-me supimpa.
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Para se ter ideia do prazer que proporcionou, refiro que recebe a nota mais elevada que dei a vinhos deste produtor, um número bem acima do esperado.
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No nariz é poderoso sem ser bruto, complexo, vasto e tradicional; notas de fumo, cereja, framboesa, um suave mentolado, especiarias, um pouco de violetas. Na boca outra explosão: com corpo forte, taninos robustos, profundidade e final prolongado.
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Origem: Douro
Produtor: Casa de Arrochella
Nota: 8/10
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Nota: Este vinho foi enviado para prova pelo produtor.